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Arquitetura de Operação Offline

A continuidade da operação é um dos princípios fundamentais do ConnectTEF.

Em ambientes comerciais, interrupções de rede, indisponibilidade temporária de serviços ou falhas de comunicação podem comprometer o atendimento ao cliente.

Por esse motivo, a plataforma foi projetada para suportar cenários em que determinadas operações possam ser tratadas de forma controlada, reduzindo o impacto operacional sobre o estabelecimento.

Importante: O comportamento das operações em modo offline depende da configuração da solução, das capacidades do SmartPOS e das regras definidas pelos participantes do ecossistema de pagamentos. Nem todas as operações podem ser executadas offline.


Objetivo

Apresentar como o ConnectTEF foi arquitetado para lidar com cenários de indisponibilidade temporária, preservando a estabilidade da integração e reduzindo interrupções na operação.


Por que pensar em operação offline?

Uma venda não deixa de existir apenas porque houve uma instabilidade momentânea.

Problemas como:

podem ocorrer em qualquer estabelecimento.

A arquitetura do ConnectTEF foi desenvolvida para tratar esses cenários de maneira previsível.


Visão Geral

ERP / PDV

      │

      ▼

ConnectTEF

      │

      ├──────── Online
      │
      ▼

SmartPOS

      │

      ▼

Ecossistema Financeiro


      │

      └──────── Cenário de indisponibilidade

                ▼

Controle Local

                │

                ▼

Sincronização Posterior (quando aplicável)

A plataforma identifica o cenário operacional e aplica o fluxo adequado conforme os recursos disponíveis.


Princípios da Operação Offline

A arquitetura foi desenvolvida seguindo alguns princípios.


Fluxo Arquitetural

Em um cenário de indisponibilidade, o fluxo pode seguir a seguinte lógica:

Solicitação

      │

      ▼

ConnectTEF

      │

      ▼

Verificação de conectividade

      │

      ├──────── Comunicação disponível

      │              │

      │              ▼

      │        Fluxo Online

      │

      └──────── Comunicação indisponível

                     │

                     ▼

           Tratamento Offline

                     │

                     ▼

     Sincronização Posterior (quando suportado)

O comportamento exato depende da operação solicitada e dos recursos disponíveis.


Responsabilidades do ConnectTEF

Durante um cenário de indisponibilidade, a plataforma pode ser responsável por:

O objetivo é manter o comportamento da integração consistente.


Benefícios

A arquitetura de operação offline oferece vantagens como:


Limitações

A operação offline não elimina a necessidade de comunicação com a infraestrutura financeira.

Dependendo da operação e do ambiente, pode ser necessário aguardar o restabelecimento da conectividade para concluir determinadas etapas.

Além disso, recursos offline dependem de fatores como:


Recuperação da Operação

Após o restabelecimento da comunicação, a plataforma pode retomar o fluxo conforme o cenário.

Conectividade Restabelecida

           │

           ▼

ConnectTEF

           │

           ▼

Processamento das Operações Pendentes

           │

           ▼

Atualização do ERP

Essa recuperação ocorre de forma transparente sempre que possível.


Integração com o ERP

Do ponto de vista do sistema de gestão, o modelo de integração permanece o mesmo.

O ERP continua utilizando:

A lógica de tratamento da indisponibilidade permanece concentrada na plataforma.


Benefícios Arquiteturais

A abordagem adotada pelo ConnectTEF proporciona:


Resumo

A arquitetura de operação offline do ConnectTEF foi desenvolvida para aumentar a resiliência da plataforma diante de cenários de indisponibilidade temporária.

Ao centralizar o tratamento dessas situações, o ConnectTEF reduz a complexidade da integração, preserva a experiência operacional e oferece um modelo consistente para o ERP, respeitando as capacidades de cada ambiente e as regras do ecossistema de pagamentos.


Próximo capítulo

Agora conheceremos como a arquitetura do ConnectTEF foi projetada para escalar, permitindo a incorporação contínua de novos dispositivos, fabricantes, recursos e formas de integração sem alterar os sistemas já integrados.


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